Nova Mamoré é o terceiro município com maior foco de incêndio em Rondônia, em apenas três dias
No últimos três dias, de 24 a 26 deste mês, Rondônia registrou 767 focos de calor, segundo o Núcleo de Pesquisa e Monitoramento do Ibama/Prevfogo.
No últimos três dias, de 24 a 26 deste mês, Rondônia registrou 767
focos de calor, segundo o Núcleo de Pesquisa e Monitoramento do
Ibama/Prevfogo. A capital, Porto Velho, é responsável por 378 focos,
seguida de Candeias do Jamari com 86. Nova Mamoré aparece com 84. Por
conta disso, o Corpo de Bombeiros está intensificando os trabalhos para
combater as queimadas e ainda pede que a população se conscientize sobre
os prejuízos causados pela ação.
Além de riscos de incêndios de grandes proporções, a fumaça ainda pode gerar superlotação nas unidades de saúde. A coordenadoria do Corpo de Bombeiros explica que durante essa época, em que aumentam os números de queimadas, cresce também o número de intoxicação, aumentam os casos de doenças respiratórias, e as principais vítimas são crianças, principalmente recém-nascidos.
Outro risco lembrado pelo Corpo de Bombeiros é redução da visibilidade dos motoristas em rodovias, o que pode ocasionar e elevar os acidentes de trânsito com grade proporções. Como o período de estiagem em todo estado ainda segue por pelo menos mais dois meses, os dados tendem a aumentar. Em termos comparativos, no ano de 2015, foram confirmados 6.129 focos de queimadas apenas no mês de setembro.
Para a médica pediatra Mara Franco os casos de doenças respiratórias como, gripes, resfriados, asma brônquica começam a surgir do final de julho e início de agosto. Setembro chega ao ápice. Diante disso, a procura por atendimento nas unidades de saúde ainda está meio tímido. “Nosso atendimento ainda está reduzido, mas sabemos que a partir do próximo mês, se continuar da forma de está, a tendência é aumentar. Os pais começam a se preocupar mais, porque é uma gripe que não sara, a criança vai ficando sem querer se alimentar, com dificuldade para respirar e isso vai preocupando os pais e lotando as unidades de saúde”, afirma a médica.
Além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, com possibilidade de inflamação na faringe. Por isso, a recomendação é ingerir bastante água, em especial crianças e idosos. “A hidratação pode ser feita também com os sucos de frutas naturais, água de coco, verduras e frutas suculentas”, ensina Mara Franco.
Fonte: Rondônia Agora.
Além de riscos de incêndios de grandes proporções, a fumaça ainda pode gerar superlotação nas unidades de saúde. A coordenadoria do Corpo de Bombeiros explica que durante essa época, em que aumentam os números de queimadas, cresce também o número de intoxicação, aumentam os casos de doenças respiratórias, e as principais vítimas são crianças, principalmente recém-nascidos.
Outro risco lembrado pelo Corpo de Bombeiros é redução da visibilidade dos motoristas em rodovias, o que pode ocasionar e elevar os acidentes de trânsito com grade proporções. Como o período de estiagem em todo estado ainda segue por pelo menos mais dois meses, os dados tendem a aumentar. Em termos comparativos, no ano de 2015, foram confirmados 6.129 focos de queimadas apenas no mês de setembro.
Para a médica pediatra Mara Franco os casos de doenças respiratórias como, gripes, resfriados, asma brônquica começam a surgir do final de julho e início de agosto. Setembro chega ao ápice. Diante disso, a procura por atendimento nas unidades de saúde ainda está meio tímido. “Nosso atendimento ainda está reduzido, mas sabemos que a partir do próximo mês, se continuar da forma de está, a tendência é aumentar. Os pais começam a se preocupar mais, porque é uma gripe que não sara, a criança vai ficando sem querer se alimentar, com dificuldade para respirar e isso vai preocupando os pais e lotando as unidades de saúde”, afirma a médica.
Além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, com possibilidade de inflamação na faringe. Por isso, a recomendação é ingerir bastante água, em especial crianças e idosos. “A hidratação pode ser feita também com os sucos de frutas naturais, água de coco, verduras e frutas suculentas”, ensina Mara Franco.
Fonte: Rondônia Agora.
