TADEU SCHMIDT FALA SOBRE OS ATENTADOS DE "11 DE SETEMBRO": "ACHEI QUE ERA O INÍCIO DO FIM DO MUNDO"
"ACHEI QUE ERA O INÍCIO DO FIM DO MUNDO": O apresentador e jornalista Tadeu Schmidt, Âncora do "Fantástico", falou sobre o marcante "11 de setembro".
"20 anos do 11 de setembro. O dia mais absurdo que a minha geração viveu. Todos lembram o que estavam fazendo no momento. Eu era repórter e estava acompanhando a edição de uma reportagem de handebol que eu tinha feito na véspera para o Globo Esporte. Ela nunca foi ao ar, evidentemente. Tudo parou. Demorou até entendermos o que estava acontecendo. Todos pararam pra ver a cobertura dos atentados", iniciou ele.
"Eu, exageradamente, achei que era o início do fim do mundo. Achei que ia começar uma guerra que pararia o planeta inteiro. Em 2017, visitei o memorial, em Nova York. É muito impactante. Difícil não se emocionar. Lá, comprei esta camisa, que faço questão de vestir neste dia. É o momento de lembrar as vítimas desse dia trágico. E torcer para que o mundo nunca mais veja nada parecido. E confiar que o ser humano se afastará cada vez mais do ódio. #11desetembro #september11", finalizou o apresentador.
Os ataques ou atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pelo grupo al-Qaeda em 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros.
Os sequestradores colidiram dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos.
O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C.. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões.
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